sábado, 7 de dezembro de 2013

AUDIODESCRIÇÃO


“A audiodescrição é o recurso que permite a inclusão de pessoas com deficiência visual em cinema, teatro e programas de televisão. http://audiodescricao.com.br
Esse recurso possibilita a inclusão, a participação, o direito a cultura e o lazer de pessoas com deficiência visual.
Nas salas de artes como teatro, dança e ópera e para os meios de comunicação televisão, o cinema e materiais audiovisuais (CD, DVD), a descrição é uma forma de tradução, usando no diálogo ou a narrativa, que traduz a imagem visual de uma forma que a torna acessível a todas as pessoas, as quais não teriam acesso pleno à televisão e ao cinema.
Em museus ou em exposições de artes visuais, a audiodescrição é utilizada para proporcionar acesso aos visitantes que são cegos ou possuem baixa visão.
A partir de 1º de julho de 2011 foi instituída no Brasil a obrigatoriedade de pelo menos duas horas semanais de conteúdo com audiodescrição para as emissoras com sinal aberto e transmissão digital, na condição de faixa de áudio adicional.
Conforme palavras de Lívia Motta: “Quem experimenta sente-se respeitado e incluído, participa dos eventos em igualdade de condições e não quer mais ficar sem essa ferramenta de acessibilidade”.

 Referência:


Convido vocês a acessarem o site abaixo e assistirem ao filme em audiodescrição: Julieta de bicicleta

Sinopse
Julieta é uma menina certinha, que gosta de tudo no seu devido lugar, meticulosamente calculado. O único medo de Julieta é o inesperado. No dia de seu aniversário Julieta ganha uma bicicleta e sai para passear pelo parque.  Mas o inesperado está logo a frente virando a esquina. Baseado no livro homônimo de Liana Leão.


http://www.filmesquevoam.com.br/filme.php?id=482

domingo, 20 de outubro de 2013

JOGOS FAVORECEREM O DESENVOLVIMENTO E A APRENDIZAGEM DO ALUNO COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL



20 de Outubro de 2013


Usar jogos na sala de aula, é uma ferramenta que auxilia na aprendizagem,  essa prática desperta o interesse dos alunos, além de proporcionar momentos agradáveis.  As regras estimulam a criatividade da criança promovendo avanços em seus comportamentos, tanto no que diz respeito ao relacionamento com os demais como também quanto à questões que envolvem a desinibição, oralidade, psicomotricidade, entre outros.

No momento em que a criança brinca a aprendizagem acontece, porque a “aprendizagem é construção do conhecimento”. (QUEIROZ, 2003 pg.22).

“A brincadeira é atividade física ou mental que se faz de maneira espontânea e que proporciona prazer a quem a executa”. (QUEIROZ, 2003, pg.158).

Segundo Vygotsky (1994, p. 54),

A brincadeira tem um papel fundamental no desenvolvimento do próprio pensamento da criança. É por meio dela que a criança aprende a operar com o significado das coisas e dá um passo importante em direção ao pensamento conceitual que se baseia nos significados das coisas e não dos objetos. A criança não realiza a transformação de significados de uma hora para outra.

Durante a minha pesquisa encontrei o jogo abaixo e achei muito interessante, é um jogo reciclado muito atrativo.

Montar um tabuleiro com oitenta e oito tampinhas coloridas de garrafas pet, colar dentro sílabas que formam palavras, as quais serão selecionadas usando um elástico.

O professor poderá trabalhar diversos conteúdos utilizando o mesmo tabuleiro, trocando apenas as sílabas.

 

CAÇA PALAVRAS RECICLADO

 

OBJETIVO:

Encontrar em um determinado tempo a maior quantidade de palavras possíveis escondidas entre várias sílabas no jogo.

 

Desenvolvimento:

Dividir as crianças em grupos de quatro jogadores e depois cada grupo tentará encontrar em um determinado tempo a maior quantidade de palavras possíveis escondidas no jogo.

Vencerá a partida aquele grupo que conseguir encontrar a maior quantidade de palavras no tempo estabelecido. Convém lembrar que no momento em que um grupo estiver utilizando o jogo, os demais grupos deverão estar afastados, de tal forma que não possam levar nenhuma vantagem.

 
 
http://professorphardal.blogspot.com     -    Professor Evandro Veras
 
 

quinta-feira, 5 de setembro de 2013


RECURSO DE TECNOLOGIA ASSISTIVA
Maria Aparecida Andrade Motta
 
“Denomina-se Tecnologia Assistiva qualquer item, peça de equipamento ou sistema de produtos, adquirido comercialmente ou desenvolvido artesanalmente, produzido em série, modificado ou feito sob medida, que é usado para aumentar, manter ou melhorar habilidades de pessoas com limitações funcionais, sejam físicas ou sensoriais.” (Baruel,  Elisete Oliveira Santos)

É comum o professor, em seu plano de aula, utilizar uma tesoura como recurso para a realização de uma atividade de recorte e colagem.  Sabemos que muitos alunos tem facilidade no manuseio de tesouras e outros não. Crianças com deficiência física que apresentam limitação em sua coordenação motora fina poderão ter dificuldade na realização desse tipo de atividade. A tesoura adaptada facilita o manuseio do aluno no recorte, a coordenação do abrir e fechar a mão e simultaneamente segurar o papel.

 
Tesoura adaptada com arame revestido.
 
 

Tesoura comum que é modificada através da colocação de um arame revestido de borracha no local onde são colocados os dedos, fazendo com que ela permaneça aberta, e facilite o movimento de recorte para alunos com dificuldades motoras nas mãos.

 

REFERÊNCIA:

Sartoretto, Mara Lúcia.

A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar: recursos pedagógicos acessíveis e comunicação aumentativa e alternativa / Mara Lúcia Sartoretto, Rita de Cássia Reckziegel Bersch. Brasília-Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial – Fortaleza – Universidade Federal do Ceará, 2010.

 
Informações Básicas Sobre Tecnologia Assistiva - Elisete Oliveira Santos Baruel - www.planetaeducacao.com.b

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

AEE FECHAMENTO_MARIA APARECIDA

AEE FECHAMENTO_MARIA APARECIDA


“O atendimento educacional especializado (AEE) é um serviço da educação especial que identifica, elabora, e organiza recursos pedagógicos e de acessibilidade, que eliminem as barreiras para a plena participação dos alunos, considerando suas necessidades específicas" (SEESP/MEC, 2008).
Levando em consideração o parágrafo acima o papel do professor de AEE na escola e na Sala de Recursos é de colaborar, participar e executar atividades que venham facilitar a permanência do aluno com deficiência na escola, acompanhado o seu desenvolvimento pedagógico, entre outros, com o envolvimento da gestão escolar, os demais professores, profissionais da saúde e a família. O professor do AEE deve participar do projeto político pedagógico juntamente com os demais profissionais e a comunidade escolar. Ser o auxiliar no processo pedagógico da escola, apoiando os professores da sala comum, orientando, elaborando e confeccionando material pedagógico se necessário.
Na Sala de Recursos no contra turno complementar e/ou suplementar a formação desse aluno, visando sua autonomia na escola ou fora dela, conforme estabelecido na Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva.
O Professor do AEE na Sala de Recursos, faz um cronograma dos atendimentos, individualmente e/ou em pequenos grupos, dependendo de cada caso e/ou de acordo com o desenvolvimento de cada aluno. Deve ter em mãos o Plano individual, o qual deverá ser replanejado se necessário, com metodologia e estratégias diferenciadas para  cada aluno a ser atendido, os materiais didáticos produzidos visando as necessidades pedagógicas, de acordo com cada deficiência identificada nas avaliações efetuadas.
O estudo de caso de cada aluno do AEE é muito importante para o trabalho do professor do AEE, pois é através dele que teremos informações para a elaboração do Plano de AEE. O Estudo de Caso é a história da vida do aluno, para isso devem ser ouvidas todas as pessoas que são envolvidas no seu dia-a-dia, sejam elas os professores, profissionais da saúde e principalmente sua família, observações diárias, em todos os momentos na escola, pátio, recreio, na sala de aula, na aula de educação física e em casa junto com a família. Para escrever o estudo de caso de um aluno, devemos seguir as seguintes etapas: apresentação do problema, esclarecimento do problema, identificação da natureza do problema e resolução do problema, os quais nos orienta elaborar um Plano de AEE completo.

O Plano de AEE contribui imensamente para o Atendimento Educacional Especializado, pois é através dele que o professor traça os objetivos a serem alcançados, a metodologia a ser utilizada, organiza o tempo de atendimento, atividades a serem desenvolvidas, tipos de materiais, avalia e acompanha o desenvolvimento do aluno, respeitando as características e individualidades de cada um.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Comentário sobre os vídeos: Help Desk na Idade Média e Did You Know 2.0

Ao assistir o vídeo Help Desk na Idade Média me deparei com uma história, vivida por mim, quando tive contato pela primeira vez com um computador. A ignorância, a falta de conhecimento, produz medos e insegurança como a relatada no vídeo. Graças a curiosidade natural do ser humano é que o impulsiona a investigar, buscar conhecimentos que o leva a criar e evoluir constantemente.
O vídeo Did You Know 2.0 mostra claramente, através de números, a evolução das comunicações e da tecnologia no mundo. Vemos a humanidade, de um modo geral, manuseando com muita facilidade os diversos tipos de ferramentas disponíveis. É fascinante o avanço tecnológico no mundo, cada dia novidades são apresentadas: sistemas operacionais, ferramentas, aparelhos mais modernos, enfim, facilitando a vida das pessoas que colaboram entre si, compartilham ideias, informações e experiências.
Fonte: Youtube 

EAD_Pesquisa sobre AEE

A minha sugestão de leitura é um documento do Ministério da Educação através da Secretaria de Educação Especial sobre Educação Inclusiva – Atendimento Educacional Especializado para a Deficiência Mental. Este documento apresenta informações e orientações para a organização do atendimento às necessidades educacionais especiais dos alunos com deficiência mental. São contribuições valiosas que orientam a reflexão sobre a necessária transformação da prática na escola quanto ao respeito à diversidade. Tem um conteúdo muito valioso do trabalho tanto em sala comum quanto na sala de recurso para o atendimento ao deficiente intelectual, com a descrição de experiências na APAE de Contagem em Minas Gerais.
Educação Inclusiva – Atendimento Educacional Especializado para a Deficiência Mental
Ministério da Educação
Secretaria de Educação Especial
Brasília – DF 

Reflexões sobre Educação a Distância



        
        Ao fazer a leitura dos textos propostos, pude refletir sobre a importância da educação a distância, observar as características de cada tipo de curso, o conjunto de fatores que fazem a diferença em um bom curso, o quanto podem facilitar a qualificação e a formação continuada de pessoas que não tem oportunidade de frequentar um curso presencial, como escolher o tipo de curso adequado e a disponibilidade de tempo oferecida por cada um.

         Observamos que a educação a distância proporciona muitas facilidades e comodidades, flexibilidade de horário para estudos e pesquisas, praticidade de tempo e local, enfim, vários fatores que a princípio são favoráveis. Portanto serão muitas as dificuldades em manter a motivação neste tipo de curso, é necessário que haja o envolvimento do aluno em processos participativos, que seja organizado em seu tempo de estudo, com compromisso diário em participar das ferramentas disponibilizadas.

         Uma das vantagens da educação a distância é a enorme variedade de cursos, que podem atingir um pequeno ou um grande número de alunos utilizando tecnologias. O professor precisa aprender a trabalhar com tecnologias, porque a todo momento surgem soluções novas facilitando o trabalho pedagógico com os alunos.

             Moran enfatiza todos os fatores que favorecem um bom curso, seja ele presencial ou a distância, o que nos leva a concluir que o que faz a diferença no final de tudo é a nossa vontade de aprender, a valorização das oportunidades em adquirirmos experiências e conhecimentos significativos, contribuindo para a nossa realização pessoal e profissional.


Maria Aparecida Andrade Motta

REFERÊNCIAS

MORAN, José Manuel, MASETTO, Marcos & BEHRENS, Marilda. Novas tecnologias e mediação pedagógica. 14ª edição, Campinas: Papirus, 2007. http://www.eca.usp.br/prof/moran/textosead.htm 

SILVA, Marco. Educação online: teorias, práticas, legislação, formação corporativa. São Paulo: Loyola, 2003. p. 39-50. http://www.eca.usp.br/moran/contrib.htm